Do lado de cá
É donde vejo a linha fina
Verde-opaca.
Verde, opaca.
Lá no horizonte...
E um imenso anil!
Intimida.
Intimida-me...
Intimida-se?
-Intimida-nos!
E o calor do dia,
O frio da noite,
E o vento abusado,
E a florzinha no chão já avisando
Que em outubro tem!!!
E na copa da faveira
Periquito tá avisando:
- Mais um dia se vai!
A siriema, ali.
Desengonçaaaada!
Flutua sobre a pedra portuguesa.
Ahhh!!
Não??
Canelinha fina, quase não percebi!!
E eis que Deus deu o sol!
E eis que Deus deu a chuva!
E nós, não satisfeitos,
Pagamos por nossos pecados!!!
Por Fernanda Oliveira
@Fernanda_FOS
17/06/2011 - 23:43h
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
EU!
Sou um ser estranho, porém, domesticado.
Mordo se pisam no meu rabo;
"Peidada" do juízo, mas sou mansa.
Pé rapado, mas feliz!
Gosto de fazer coisas diferentes da maioria e acabo fazendo tudo igual... merda!!(;)
Quase uma viciada em internet (só ela tem paciência comigo!);
Falo palavrões;
Estudo;
Estudo;
Estudo;
Estudo;
Trabalho;
Trabalho;
Trabalho;
Trabalho;
Trabalho;
Durmo;
Durmo;
Namoro;
Danço, inventando minha dança (há quem ria, mas há quem tenha inveja (hipócrita));
Amo cantar, mesmo cantando mal pra caralho;
Amo desenhar, mas nunca me acho boa suficiente;
Falo muito, falo rápido, enrolo a língua e ninguém entende porra nenhuma (nem eu);
Tachada de doida (adoro isso);
Tenho irmãs e irmão;
Tenho Pãe;
Tenho MÃE;
Tenho Pai;
Tenho só uma cama para solteiro;
Tenho também emails - 12;
Tenho perfis em redes sociais (algo em torno de 10);
Mas tenho uma coisa bem interessante: Força de vontade!
Pouco ambiciosa;
Pouco modesta;
Meio defeituosa em algumas peças que ainda funcionam. Por exemplo: aquele parafuso que tanto falam que perdi. Não sei e nunca soube qual é. Se encontrarem, por favor! Não devolvam!
Estou bem assim.
Isso me faz diferente.
Diria única (não estou em Vale a Pena Ver de Novo, especificamente naquele núcleo do Marrocos).
Sou a Mulher Maravilha, diva da minha infância.
Amo a cor verde. Amo mesmo. Muito!!
Amo carros;
Amo arquitetura;
Amo cultura;
Amo amigos;
Amo música. Muito. Demasiadamente!
Apolítica – não entendo porra nenhuma! Não tenho propriedade nenhuma para falar a respeito. Só penso o que a maioria leiga pensa e quanto mais tenho contato, mais me causam os sentimentos mais repulsivos e possíveis. (Só respiro por causa dela, devo admitir!)
Pouco submissa a homens (desde que não seja o chefe!). Amo-os.
Sou hetero. Ainda. Depende Deles...
But.....!!!!
Amo o mundo gay!!!!!!!!!!!!!
Suas exclamações exprimem alegria, mesmo que ainda abafadas pelo preconceito.
Eles são divertidos. Raramente são falsos e o mundo (não sei por quê) ainda os recrimina!
Homossexualidade está no mundo dos que se dizem “racionais”. Mais especificamente os humanos!
Você deixaria de amar seu filho ou filha depois de descobrir que ele/ela não curtem o oposto? Quem garante que o próprio preconceituoso não guarda seus sonhos de menina e a fantasia de Barbie no armário?
Se liga!
Didi fala “acredito muito na ciência” e eu “acredito muito em ditados populares”! Eles nunca falham!
“Quem cospe pra cima cai na cara”
“Aqui se faz, aqui se paga”.
Vou roubar uma citação da @Deeercy que li recentemente e fala tudo que todos deveriam colocar em questão para sua própria vida:
"Mas ta na bíblia que um casal é feito por um homem e uma mulher. Se for assim, também está na bíblia que não devemos roubar, matar, trair, amar a Deus sobre todas as coisas (...), honrar os pais, entre outras coisas. E por que justamente agora decidimos ser cristãos e que o nosso processo de “purificação do espírito” começa arruinando a vida de pessoas que não querem ser melhores do que ninguém?"
Conclusões.... cada um tira por si.
Agora deixa eu cuidar na minha vida. Talvez a sua esteja ganha e não é da minha conta!
Fernanda Oliveira - 13/05/2011 - 14:36h
terça-feira, 10 de maio de 2011
MEDO!
Anteontem, eu e Dudinha fomos visitar nosso amigo @[644168941:Mucio Rodrigues]. Na volta, passamos na minha casa, pois, por ser muito tarde e ela estar de moto, iria com ela, mas antes precisava pegar roupas pro dia seguinte. Saímos da minha casa por volta de 1h da manhã e rumamos para o centro via TO 050. Antes, ao sair de uma rotatória de uma das marginais do Aureny IV para acessar a rodovia, um cara em uma moto vermelha (não prestei atenção ao modelo) tentava fazer com que esta funcionasse. Ignoramos e continuamos nosso trajeto. Antes da ponte que cruza o ribeirão Taquarussu, ele nos alcançou. Achamos estranho e começamos a ficar apreensivas (pra não dizer nervosas) quando ele parecia fazer questão de nos acompanhar, pilotando de forma que chegou a encostar no meu lado esquerdo. Avançava como quem quisesse nos fazer algo. Dudinha aumentou a velocidade e aí sim posso dizer q ela estava muuuito nervosa e eu já comecei a pensar em uma estratégia. Peguei o celular (Santo Celular com Bônus...rsrs! Amo tecnologia!) e tentei ligar para um amigo que morava ali perto. Graças ao bom pai este atendeu a ligação e se prontificou a nos ajudar quando expliquei a ele que estávamos sendo seguidas por um cara em uma moto. De repente não percebemos o cara atrás da gente. Quando chegamos na altura do Atacadão, tínhamos duas opções: continuar na TO 050, passar sobre o viaduto ou seguir pela bifurcação, passando por baixo do viaduto, chegando em uma área mais iluminada já ao redor da rodoviária. Claro que em comum acordo, foi isso que escolhemos fazer. Paramos no primeiro ponto de ônibus sob um poste de luz. Olhei para trás e ao redor pra ver se meu amigo já estava próximo, mas na verdade tivemos que sair em arrancada porque o cara na moto acabava de contornar a rotatória em direção a nós. Entramos para a rodoviária e ficamos no ponto dos taxistas, que, Graças a Deus, estavam por lá a serviço. Neste momento meu amigo me ligou e avisou que estava nos aguardando em um determinado ponto ali perto mesmo. Retornamos e chegamos escoltadas por ele em casa...
Que adrenalina!!!( pra não dizer MEDO.)
Não era só medo da situação, porque eram duas pessoas contra uma. Em um momento de nervosismo somos capazes de atitudes impensadas e impensáveis. (ser estudante de arquitetura me faz trazer sempre na bolsa um estilete para cortar papeis e fazer maquetes e blá blá blá (como se fosse resolver)).
O medo é dessa cidade que, a cada dia que se passa, mostra mais sinais de está se tornando uma cidade grande. E BRASILEIRA. Leis não são respeitadas, as pessoas não tem educação "de berço", o policiamento é precário, políticos só pensam no próprio umbigo e são corruptos, as pessoas se tornam cada vez mais egocêntricas, egoístas, os valores do ser humano viram merda... Muuuita merda!
Amo o Brasil, amo ser Brasileira, mas às vezes me contraria estar aqui. O que me dá forças é que EU tenho vontade de fazer algo pra ajudar a mudar. Compartilhar meus conhecimentos e mostrar para as pessoas que o fato de ter passado anos em uma faculdade, de ter que trabalhar ao mesmo tempo, ajudar a sustentar a família, não me desmotivam e nem me tornam diferente porque um dia vou ter êxito. Quero o que todo mundo quer: grana, boa moradia, boa alimentação, boa saúde, minha família realizada (e um bom veículo também). Pra mim são o suficiente. O resto é poder aplicar o que a vida me ensinou aos que me rodeiam, que me toleram, que me amam, que me querem bem. E aos inimigos, quero poder estar madura no futuro o suficiente para não amá-los, mas também não odiá-los. Ter pena também não é um dos sentimentos mais interessantes. "Se você não pode com o inimigo, junte-se a ele", como já dizia o ditado. Já passei por pessoas que me fizeram muito mal e devo agradecer a elas. Não imaginam o quanto aprendi. Até me defendo hoje! E estou dizendo isto agora mesmo porque acabei de ver um perfil de um "amigo" de FB que me fez lembrar certas humilhações que me fez passar há alguns anos atrás e só depois pude perceber, com o tempo, que foi ele quem me ensinou a ter mais autodefesa. Obrigada, "amigo" do perfil! Achava ele muuuuuuuuuito chato e exigente, mas aprendi muito e agora sei que ele tinha razão. Agora passo da condição de submissa e idiota a um ser melhor, pouco mais superior, mas ainda humana o suficiente, humilde o suficiente para baixar a cabeça quando vejo que estou errada. Tomo meu cházinho de semancol de vez em quando. Todo dia engorda!
Ahh!!
Tentei relatar para alguns colegas sobre o incidente que passei com a Dudinha no último domingo (in nota: 08/05/2011). Ninguém nem fez cara de ... "Ohhh!! Que absurdo!!" Por isso amo tecnologia, amo internet... Conto tudo pra ela e desabafo. Terapia pra mim. Ou o mundo inteiro fica sabendo de mim, ou não fica! Depene dele!
Agora fiquem à vontade para dizer: "Ohhh!! Que absurdo!!" .... Ou o que quiserem!!
Beijos e obrigada pela paciência em ler minhas poucas linhas.... Isto é... se você ler... Só parei agora porque estou morrendo de fome e vou procurar algo pra comer, senão.....(blá, blá.....)!!
@[1441875065:Fernanda Oliveira] 10/05/2011 - 13: 23
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O pior filme que já assisti!!
As mil e uma noites – 1974
MAR31
SINOPSE
Baseado em contos eróticos antigos. A história principal é sobre um jovem que se apaixona pela escrava que o escolheu como mestre. Depois que os dois se separam, ele sai em uma viagem em busca da escrava. Nessa epopéia, ele encontra uma série de personagens que contam suas tragédias amorosas, incluindo um homem que foi capturado por uma mulher misteriosa no dia de seu casamento e, também, de um homem que faz de tudo para libertar uma mulher das mãos de um demônio. “As mil e uma noites” é o terceiro filme da famosa Trilogia da Vida, formada ainda pelos “Contos de Canterbury” e “Decameron”.
DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Pier Paolo Pasolini
Áudio: Italiano
Legendas: Português
Duração: 130 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 421 MB
Servidor: Fileserve
Diretor: Pier Paolo Pasolini
Áudio: Italiano
Legendas: Português
Duração: 130 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 421 MB
Servidor: Fileserve
terça-feira, 29 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
Trabalho da faculdade. Help me!!
Olá, Pessoal! Estou fazendo um trabalho da faculdade e preciso que me ajudem, respondendo as seguintes perguntas:
1. Você utilizaria a bicicleta como meio alternativo de transporte na sua cidade? Por quê? Que iniciativa seria mais relevante para adequar o meio urbano aos usuários deste tipo de transporte?
2. Você acha que o uso do transporte coletivo é uma forma sustentável/ ecológica? Deixaria seu carro em casa para usa-lo? Se não, por qual motivo?
Responda ou comente sobre o assunto. Ficarei muito grata!!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Nem sei que título usar!!
Hoje, uma mulher que sentava atrás de mim no ônibus comentava com um cara (conheceu naquele momento ali mesmo) que é mãe solteira e quando namorava o pai da criança, tinha medo de engravidar. Minha pergunta: Pra quê servem mesmo os métodos contraceptivos? Se “neguinha” num quer emprenhar, o governo ajuda a não proliferar a espécie e não colocar mais um filho de Deus para sofrer! Isso não se trata de uma crítica ao governo, pois sabemos que é o papel correto e obrigatório dele em ajudar quem não tem possibilidades financeiras e tampouco interesse em aumentar os problemas sociais sem que tenha estrutura própria para suportar as porradas da vida.
Aliás, é filho de Deus, mas é só de espírito, tá! Ou as pessoas estão achando que papai do céu vai trabalhar de domingo a domingo para alimentar, vestir, calçar e educar suas criancinhas? Mero engano.
Mesmo assim tem gente que se faz de cego, surdo, mudo e aleijado. Creio que seja pura preguiça e falta de iniciativa de algumas mulheres procurarem os centros de assistência de saúde e seus programas, geridos pelo próprio SUS e mais conhecidos como Saúde da Família, Planejamento Familiar e por aí vai. Existem aquelas que tem a mente tão pobre que pensam que seguram o cara porque espera um filho dele. Há O CARA que aceite a situação, mas que esteja lá PELO FILHO. E só. Já pensou que pode não existir amor da parte do cara? Sim, porque pela lógica, se a mulher engravida do cara intencionalmente é porque tem o desejo de estar com ele por mais tempo, o cara pode não gosta dela, aliás, foi só mais uma noite tórrida e louca de uma transa esquecível (para a maioria deles). Mas e aí? Como fica a relação a dois? Desestruturada, naturalmente. Começam as brigas, agressões, baixaria e quem paga por isso? O filhinho que segurou papai!
Fernanda Oliveira
07/02/2011
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Associação do Grupo de Apoio a Mulher – GAM
A Associação do Grupo de Apoio a Mulher – GAM – informa que é uma entidade sem fins lucrativos, que apóia mulheres vitimas de abuso sexual, violência doméstica, vulnarebilidade social e pessoal, tem como missão, a promoção social na sociedade de modo geral, fundada dia 05 de outubro de 2009 e a Casa de Apoio inaugurada em 30 de agosto de 2010, com sede Setor Aureny I, na Rua Macapá nº. 2 LT14 QNE 2, representa uma resposta social perante o flagelo da violência. Só que após várias tentativas junto aos órgãos públicos e políticos locais não teve resposta de ajuda financeira.
A CASA GAM é a única que atende mulheres a nível de estado sendo que é preocupante pois o Tocantins encontra-se em 2º lugar na violência a nível de Brasil. Apesar da CASA GAM, ter uma boa estrutura de funcionamento terá que fechar as portas. Idealizadora Rita de Cássia Rodrigues Pereira, nascida na cidade de Imperatriz-MA, Pedagoga, Especialista em Orientação Sexual e Atendimento a Vitimas de Abuso Sexual. Juntamente com o grupo de mulheres voluntárias lamentam muito mais nada podem fazer. Todas são voluntárias e trabalham 24horas para o bom funcionamento da CASA. Até hoje sobreviviam de doações que elas mesmas perdiam nos bares na noite de Palmas.
Rita de Cássia ressaltou que não é por falta de coragem que a casa terá que fecha as portas e sim por falta de apoio.
As voluntárias estão em campanha de oração para que alguém ajude já que os custos para manter a casa não é tão alto. Agradecem a todos que colaboram e com muita tristeza que informam a decisão do grupo já que não vê outra solução.
Este texto foi retirado do site:
http://www.prismainterativo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2693:o-grupo-de-apoio-a-mulher-pede-socorro-para-nao-ter-que-fechar-a-casa-gam-por-falta-de-apoio-e-parceria&catid=1:noticias
Este texto foi retirado do site:
http://www.prismainterativo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2693:o-grupo-de-apoio-a-mulher-pede-socorro-para-nao-ter-que-fechar-a-casa-gam-por-falta-de-apoio-e-parceria&catid=1:noticias
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Carta ao Papai Noel
Prezado Papai Noel,
Você na certa, vai achar estranho eu te escrever hoje,
Dia 26 de Dezembro.
Mas quero falar logo da minha reação
Ao receber os presentes que você deixou na minha árvore ontem,
dia de natal.
Como você bem deve se recordar
Eu tinha pedido:
Uma bicicleta,
Um trem elétrico,
Um nintendo,
E um par de patins.
Pois bem, quero lhe informar que durante o ano passado inteiro
Eu me matei de estudar,
Fui um dos primeiros da turma,
Tirei 10 em todas as matérias,
Ouso afirmar inclusive, que ninguém...
Ninguém se comportou melhor do que eu
Nem com os pais, e nem com os irmãos, nem com o vizinho
Tem mais:
Cumpri minhas tarefas e obrigações sem cobrar nada
Ajudei velhinhos a atravessar as ruas
Não houve nada que eu não fizesse de bom e de gentil
Com os meus semelhantes
Mesmo assim com uma tremenda cara de pau
Você... papai noel de bosta!
Me deixou de baixo da árvore:
A porcaria de um pião,
Uma porra de uma corneta,
E uma merda de um par de meias.
Seu barrigudo miserável de uma figa!
Ou seja, comporto-me como um imbecíl de merda o ano inteiro
E você me faz uma putaria dessas!
E o que é pior,
Ao filho da vizinha
Esse viado, filha da puta sem educação
Mal criado e desobediente
Que grita com a mãe e chama o pai de corno
Pra esse anor...(pa...pa...para essa musica agora!
Para, para com essa, essa música agora é...)
Pra esse anormal
Você trouxe tudo o que ele pediu
Por isso eu estou desejando do fundo de minha alma
Que aconteça um terremoto para irmos juntos todos a puta
que nos pariu!
Já que com um papai noel incompetente e retardado
Como você, é melhor que a terra nos engula!
Olha... mas não deixe de vir no natal que vem
Se o terremoto não acontecer papai noel...tá!?
No ano que vem, pois eu pretendo te arrebentar a cara seu filha da puta,
E encher de pedradas as putas das tuas renas,
Começando por esse homossexual do rudolf!
Que tem nome de bicha enrrustida, tá
Vou espantar essas renas todas
Para que você se foda e tenha que andar a pé como eu velho
broxa! é...
A bicicleta que eu pedi pra ir pra escola filha da puta!
Que fica longe pra cacete da merda da minha casa
Tu não me deu seu puto!
E eu não quero, e nem devo me despedir
Sem mandar você tomar no olho do seu...(hahaha)
Sem mandar você tomar no olho seu cu seu filha da puta!
Espero que quando você estiver no seu trenó
Aquela bosta vire com você dentro, seu porra!
Para que vc se arrebente no chão feito um pacote de cocô gordo e vermelho! é...
E agora, pode bota a porra da musiquinha de natal agora
Pra esse filho da puta desse papai noel... pode botar...
Isso, isso... bonito, bonito...
Isso é um aviso, e no ano que vem filha da puta
Você vai ficar sabendo o que é um garoto mal educado...
Doido para se vingar, tá?
Tenho 12 anos, meu nome?
...Osama Bin Laden!
Tchau, tchau!
Uahahaahahhah
Você na certa, vai achar estranho eu te escrever hoje,
Dia 26 de Dezembro.
Mas quero falar logo da minha reação
Ao receber os presentes que você deixou na minha árvore ontem,
dia de natal.
Como você bem deve se recordar
Eu tinha pedido:
Uma bicicleta,
Um trem elétrico,
Um nintendo,
E um par de patins.
Pois bem, quero lhe informar que durante o ano passado inteiro
Eu me matei de estudar,
Fui um dos primeiros da turma,
Tirei 10 em todas as matérias,
Ouso afirmar inclusive, que ninguém...
Ninguém se comportou melhor do que eu
Nem com os pais, e nem com os irmãos, nem com o vizinho
Tem mais:
Cumpri minhas tarefas e obrigações sem cobrar nada
Ajudei velhinhos a atravessar as ruas
Não houve nada que eu não fizesse de bom e de gentil
Com os meus semelhantes
Mesmo assim com uma tremenda cara de pau
Você... papai noel de bosta!
Me deixou de baixo da árvore:
A porcaria de um pião,
Uma porra de uma corneta,
E uma merda de um par de meias.
Seu barrigudo miserável de uma figa!
Ou seja, comporto-me como um imbecíl de merda o ano inteiro
E você me faz uma putaria dessas!
E o que é pior,
Ao filho da vizinha
Esse viado, filha da puta sem educação
Mal criado e desobediente
Que grita com a mãe e chama o pai de corno
Pra esse anor...(pa...pa...para essa musica agora!
Para, para com essa, essa música agora é...)
Pra esse anormal
Você trouxe tudo o que ele pediu
Por isso eu estou desejando do fundo de minha alma
Que aconteça um terremoto para irmos juntos todos a puta
que nos pariu!
Já que com um papai noel incompetente e retardado
Como você, é melhor que a terra nos engula!
Olha... mas não deixe de vir no natal que vem
Se o terremoto não acontecer papai noel...tá!?
No ano que vem, pois eu pretendo te arrebentar a cara seu filha da puta,
E encher de pedradas as putas das tuas renas,
Começando por esse homossexual do rudolf!
Que tem nome de bicha enrrustida, tá
Vou espantar essas renas todas
Para que você se foda e tenha que andar a pé como eu velho
broxa! é...
A bicicleta que eu pedi pra ir pra escola filha da puta!
Que fica longe pra cacete da merda da minha casa
Tu não me deu seu puto!
E eu não quero, e nem devo me despedir
Sem mandar você tomar no olho do seu...(hahaha)
Sem mandar você tomar no olho seu cu seu filha da puta!
Espero que quando você estiver no seu trenó
Aquela bosta vire com você dentro, seu porra!
Para que vc se arrebente no chão feito um pacote de cocô gordo e vermelho! é...
E agora, pode bota a porra da musiquinha de natal agora
Pra esse filho da puta desse papai noel... pode botar...
Isso, isso... bonito, bonito...
Isso é um aviso, e no ano que vem filha da puta
Você vai ficar sabendo o que é um garoto mal educado...
Doido para se vingar, tá?
Tenho 12 anos, meu nome?
...Osama Bin Laden!
Tchau, tchau!
Uahahaahahhah
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Dias santos são santos....
Corpus Christi.
Morávamos numa fazenda há três quilômetros de um povoado ribeirinho do Araguaia, norte do estado.
Dia comum, trivial, a não ser pelo jejum comum aos cristãos católicos e suas crendices para dias santos, nosso caso.
Passamos o dia todo em casa, mãe, pai e filhos.
O povoado estava enlutado pelo falecimento de uma jovem de quinze anos naquele mesmo dia. Tumor maligno no cérebro. Por ser parenta de uma tia minha, minha mãe organizou a casa e, no fim do dia, pegaria a estrada estreita e coberta pela mata para prestar seus pêsames à família. Nesse dia, meu pai, como sempre, passou de carranca fechada, mais que o normal. Não falou com ninguém o dia todo, parecia que o demônio havia dominado aquele corpo franzino e surrado, castigado pelo sol escaldante e pelo trabalho na lavoura, por seus esforços, além da comida pobre e simples, que nem sempre trazia muitos nutrientes.
-------------------------//---------------------------//--------------------------//-------
Dava pra viver, estamos aqui ainda. Carne? Só duas, três vezes ao mês, quando alguém do povoado matava um boi. Não dava pra quem quisesse.
Era uma vida bem simples, mas que hoje traz um pouco de saudade. As raízes permanecem raízes... Lembro muita coisa, como se fosse hoje. Meu pai cuidava dessa fazenda que era do irmão mais abastado de minha mãe. Na roça, era conhecido como o mais rico dos filhos de minha avó. Ainda é. Está vivo e gordo como um touro. Quando meu pai assumiu a "direção" da fazenda - lembro bem - ele cuidaria dos animais, dos pastos, faria roça pra si e pro meu tio. Assim foi. Ainda receberia míseros quarenta reais como forma de pagamento...Ainda assim eram meio suficientes, já que o salário mínimo da época eram apenas R$ 60,00. Além disso, a cada quatro bezerros que nascessem, um era nosso. Assim seguíamos. Por ali, num raio de 1 km não havia outro pé de cristão que não fosse o gado no pasto, o cavalo que antes era magrelo e fraco e agora o pelo brilhava viçoso, cavalo forte e gordo como se fosse de madama, algumas cento e poucas galinhas no terreiro, uma meia dúzia de barrões no chiqueiro, pato, gato, cachorro... Típico. Eu fui o braço direito do meu pai na roça. Filha mais velha, mais crescida e mais forte, consequentemente. Meu pai não podia arcar com despesas, pois tinha ainda que comprar o que não produzíamos: açúcar, café, por vezes o óleo de soja, já que coletávamos o óleo do babaçu (Orrbignya speciosa - palmeira muito comum na região norte do Tocantins, largamente encontrada na região também do Pará e Maranhão. Geralmente está presente nas áreas mais úmidas).
Voltando....
Enfim, o velho não dirigiu uma só palavra a um ser vivo durante todo o dia. Se recostava num canto, baixava a cabeça e com um graveto na mão riscava o chão. O sol se punha aos poucos, escondendo-se por trás das matas que circundavam nossa casa. O silêncio dele incomodava, ma já sabíamos do que se tratava. Sempre. No mínimo, criou alguma situação na cabeça dele e que só existia pra ele. O mundo poderia acabar. Na cabeça dele. De certa forma, víamos isso com um pouco de egoísmo, aliá, ele tinha 4 filhos pequenos pra criar, educar e blá blá blá e o que parecia é que não entendíamos por quê ele queria ficar só no canto dele. A paixão dele era a mata, os bichos, a lavoura, por isso sempre cuidou com muito esmero de tudo isso.
Morávamos numa fazenda há três quilômetros de um povoado ribeirinho do Araguaia, norte do estado.
Dia comum, trivial, a não ser pelo jejum comum aos cristãos católicos e suas crendices para dias santos, nosso caso.
Passamos o dia todo em casa, mãe, pai e filhos.
O povoado estava enlutado pelo falecimento de uma jovem de quinze anos naquele mesmo dia. Tumor maligno no cérebro. Por ser parenta de uma tia minha, minha mãe organizou a casa e, no fim do dia, pegaria a estrada estreita e coberta pela mata para prestar seus pêsames à família. Nesse dia, meu pai, como sempre, passou de carranca fechada, mais que o normal. Não falou com ninguém o dia todo, parecia que o demônio havia dominado aquele corpo franzino e surrado, castigado pelo sol escaldante e pelo trabalho na lavoura, por seus esforços, além da comida pobre e simples, que nem sempre trazia muitos nutrientes.
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Dava pra viver, estamos aqui ainda. Carne? Só duas, três vezes ao mês, quando alguém do povoado matava um boi. Não dava pra quem quisesse.
Era uma vida bem simples, mas que hoje traz um pouco de saudade. As raízes permanecem raízes... Lembro muita coisa, como se fosse hoje. Meu pai cuidava dessa fazenda que era do irmão mais abastado de minha mãe. Na roça, era conhecido como o mais rico dos filhos de minha avó. Ainda é. Está vivo e gordo como um touro. Quando meu pai assumiu a "direção" da fazenda - lembro bem - ele cuidaria dos animais, dos pastos, faria roça pra si e pro meu tio. Assim foi. Ainda receberia míseros quarenta reais como forma de pagamento...Ainda assim eram meio suficientes, já que o salário mínimo da época eram apenas R$ 60,00. Além disso, a cada quatro bezerros que nascessem, um era nosso. Assim seguíamos. Por ali, num raio de 1 km não havia outro pé de cristão que não fosse o gado no pasto, o cavalo que antes era magrelo e fraco e agora o pelo brilhava viçoso, cavalo forte e gordo como se fosse de madama, algumas cento e poucas galinhas no terreiro, uma meia dúzia de barrões no chiqueiro, pato, gato, cachorro... Típico. Eu fui o braço direito do meu pai na roça. Filha mais velha, mais crescida e mais forte, consequentemente. Meu pai não podia arcar com despesas, pois tinha ainda que comprar o que não produzíamos: açúcar, café, por vezes o óleo de soja, já que coletávamos o óleo do babaçu (Orrbignya speciosa - palmeira muito comum na região norte do Tocantins, largamente encontrada na região também do Pará e Maranhão. Geralmente está presente nas áreas mais úmidas).
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Voltando....
Enfim, o velho não dirigiu uma só palavra a um ser vivo durante todo o dia. Se recostava num canto, baixava a cabeça e com um graveto na mão riscava o chão. O sol se punha aos poucos, escondendo-se por trás das matas que circundavam nossa casa. O silêncio dele incomodava, ma já sabíamos do que se tratava. Sempre. No mínimo, criou alguma situação na cabeça dele e que só existia pra ele. O mundo poderia acabar. Na cabeça dele. De certa forma, víamos isso com um pouco de egoísmo, aliá, ele tinha 4 filhos pequenos pra criar, educar e blá blá blá e o que parecia é que não entendíamos por quê ele queria ficar só no canto dele. A paixão dele era a mata, os bichos, a lavoura, por isso sempre cuidou com muito esmero de tudo isso.
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Naquele Corpus Christi algo não casava bem, estava fora de órbita, de rumo. Como católicos que somos, em todos os dias santos sempre praticávamos as abstinências de banho, palavras duras, alimentação e trabalhos domésticos, como rezava as ordens da igreja e a tradição da família. No final da tarde mamãe organizou tudo e meu pai não falara nada até então, sempre de carranca armada. Ela celou o cavalo e quando preparava a saída de casa ele finalmente se moveu, levantou-se do canto que ficara quase o dia todo falou palavrões que feriam a índole da mulher e os princípios daquele dia. Com uma força fora do normal, os olhos fumegantes e um ódio que dominava todo aquele corpo, ele quase derrubou a parede da frente da casa por conta de uma brusca fechada da porta. A casa, frágil, era edificada com paredes de pau-a-pique, cobertura feita de talos de palha de coco babaçu, cipó e palhas de babaçu também.
Coisa que não recordo daquele dia era se minha mãe desistira da ideia de seguir caminho e fazer sala no velório ou se decidira evitar maiores conflitos e ficar em casa. Enfim, passada toda confusão, o dia ainda não estava acabado. As atividades normais só podiam ser praticadas após a meia noite, mas antes disso já estávamos na cama. Muito bico pra pouco milho. A casa que morávamos só tinha um quarto, claro, prioridade do casal. Nossas camas que meu próprio pai havia confeccionado ficavam na sala. Ao lado delas era guardada a velha Monark Barra Circular azul-céu. Luz de lamparina apagada em torno das 9 horas da noite. Eu e minha irmã dormíamos lado a lado em função do pouco espaço na casa. Ainda cochilávamos quando minha irmã ralhou comigo:
- Para, Nanda! Eu quero dormir!
- Uai, cê tá ficando doida? Eu não mexi em você, já tô quase dormindo! Respondi.
- Então tem alguma coisa aqui!! - apavorou-se.
Minha irmã gritou minha mãe, os dois levantaram e vinham a mãe com uma lamparina acesa e meu pai com a lanterna:
- O que foi, menina? - perguntou meu pai.
- Uma coisa passou na minha perna! - respondeu minha irmã.
Meu pai procurou fervorosamente por algo e quando quase desistia, encontrou, na velha Monark, enrolada da cela até o quadro da bicicleta, uma enorme cobra, há poucos centímetros da minha cama. Naturalmente ele foi morta a pauladas e aquele dia nunca mais saiu da minha cabeça. Pode ter sido uma coincidência, pelo dia, mas até hoje acreditamos que todo o rebuliço criado num dia santo pode ter finalizado nisso: um aviso.
Por isso respeitamo-os com mais fervor (menos eu). Eles podem se pronunciar nas formas mais inusitadas possíveis.
Dias santos devem ser respeitados realmente como Santos!
PORTUGUÊIZ
Título proposital, mas que não foge da realidade.
Todos os dias nos deparamos com esse (ou este?) assassinato à língua portuguesa brasileira e na maioria das vezes as pessoas nem sabem disso. Ou pelo menos não se esforçam pra saber, acho que cabe melhor.
Mas aí me vem as perguntas:
Seria isso (ou isto?) uma deficiência na educação brasileira nas escolas?
Seria " a genética do indivíduo"?
A educação do lar?
Interesse próprio?
Desatenção?
Seria a forma de ensino?
Nível de QI?
Muita grana, pouca grana?
Escola pública ou particular influenciam?
Creio que devam existir várias explicações para esta situação, que de tão comum, não hajam tantas preocupações direcionadas.
Sempre estudei em escolas públicas, exceto quando ingressei aos quatro anos de idade e lembro várias coisas... (era feliz e não sabia!) Enfim, não foi no jardim que aprendi a ler e escrever... ali é só uma introdução ao ensino, ou em outras palavras, uma "embromation". Enfim, quero chamar a atenção para o caso a seguir. Tirem suas próprias conclusões. E é verídico e não resisti em publicar. Alguns dados foram suprimidos para preservar as identidades dos meliantes do assunto em questão.
Todos os dias nos deparamos com esse (ou este?) assassinato à língua portuguesa brasileira e na maioria das vezes as pessoas nem sabem disso. Ou pelo menos não se esforçam pra saber, acho que cabe melhor.
Mas aí me vem as perguntas:
Seria isso (ou isto?) uma deficiência na educação brasileira nas escolas?
Seria " a genética do indivíduo"?
A educação do lar?
Interesse próprio?
Desatenção?
Seria a forma de ensino?
Nível de QI?
Muita grana, pouca grana?
Escola pública ou particular influenciam?
Creio que devam existir várias explicações para esta situação, que de tão comum, não hajam tantas preocupações direcionadas.
Sempre estudei em escolas públicas, exceto quando ingressei aos quatro anos de idade e lembro várias coisas... (era feliz e não sabia!) Enfim, não foi no jardim que aprendi a ler e escrever... ali é só uma introdução ao ensino, ou em outras palavras, uma "embromation". Enfim, quero chamar a atenção para o caso a seguir. Tirem suas próprias conclusões. E é verídico e não resisti em publicar. Alguns dados foram suprimidos para preservar as identidades dos meliantes do assunto em questão.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Animais
Sou um sabiá.
Sou apenas um sabiá.
Não cumpro com as funções de um sabiá...
Ele tem dons que em mim estão adormecidos.
Algo calou minha voz e acho que levou minha alegria e cantar também.
Não quero mais sorrir de tudo,
Conforme a Bela idiota que sou.
Quero ficar recuada na minha gaiola.
Podem até abrir a porta - sei que não irei fugir.
Ali embaixo vejo aquele gato cinzento, arrepiado e faminto.
Me observa, lambendo os beiços e afiando as unhas,
Ansioso ao mais leve descuido.
Acho que vou até deixar...
Penso que assim minha alma terá o prazer de vê-lo agonizar
Com a tremenda diarreia que meu corpinho "superadiposo" vai causar nele.
Vou morrer.
De rir!
Ahhhh!!!
Me sinto livre outra vez.
O gato, lá no céu, sim, pode voar!
Mas ele não conhece os céus como eu conheço.
Além de ágil e pequena, sei que sou forte.
Sei que posso me esconder em lugares que sei que ele vai desistir...!
Quanta preguiça tem aquela bola de pelos caçadora de ratos!
Assim sei que poderei construir meu ninho.
Talvez procrie.
Recrie.
Auto-crie.
Até a próxima vida!!
Quem sabe em um outro sabiá...
Quem sabe um gato arrepiado.
Quem sabe eu mesma...
Quem sabe???
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Ainda somos brasileiros
Durante o mês de junho deste 2010, pudemos ver o quanto somos patriotas (ou hipócritas).
Tudo bem, normal, afinal, o Brasil chegou às oitavas mas não saiu disso. E eu que entendo tão pouco de futebol, também sou hipócrita como os outros irmãos da Pátria amada!
Não a ponto, claro, de enfiar no peito uma bandeira em forma de camisa, é fato que ela tem sua utlidade, mas seria, no mínimo, estranho ser "patriota" fora da World Cup e é aí que nos tornamos hipócritas. Desculpem-me, brasileiros e brasileiras, mas cá pra nós: Tu, raramente sairá de canarinho e cheio de orgulho num dia que não seja de futebol em que o Brasil não esteja disputando.... O que eu quero dizer é o seguinte: Alguém já viu por aí algum torcedor do Brasil que não fosse num evento como a Copa do Mundo??
Invejo os americanos.
Agora, é claro. Quem não gostaria e amaria se o Brasil fosse mesmo Hexa nessa Copa? Afinal, buscamos esse título há 2 copas... Não vou acusar o Dunga, ele fez o que achou que era certo e nós somos egoístas em pensar que ele fez errado em selecionar quem não era seleto. Até nós, meros mortais, optamos por fazer coisas, escolher pessoas para descobrir seu potencial e é onde damos a cara à tapa. Melhor arriscar do que dormir com vontade. Os leigos e ignorantes de plantão que pensem melhor antes de julgar. Valeu, Dunga!! Tu fez porque acreditou! Antes de te julgarem, que tivessem a consciência de olhar a sujeirinha grudada no fundo do umbiguinho....
Recado dado!
Realidade, meu bem!!
Poucos se habilitam a vestí-la no dia-a-dia e saborear às vezes, o gosto amargo da verdade.
Olhando-se por outro ângulo.....
Ainda somos brasileiros, não desistimos nunca, mesmo sendo Hipócritas!!!
Tudo bem, normal, afinal, o Brasil chegou às oitavas mas não saiu disso. E eu que entendo tão pouco de futebol, também sou hipócrita como os outros irmãos da Pátria amada!
Não a ponto, claro, de enfiar no peito uma bandeira em forma de camisa, é fato que ela tem sua utlidade, mas seria, no mínimo, estranho ser "patriota" fora da World Cup e é aí que nos tornamos hipócritas. Desculpem-me, brasileiros e brasileiras, mas cá pra nós: Tu, raramente sairá de canarinho e cheio de orgulho num dia que não seja de futebol em que o Brasil não esteja disputando.... O que eu quero dizer é o seguinte: Alguém já viu por aí algum torcedor do Brasil que não fosse num evento como a Copa do Mundo??
Invejo os americanos.
Agora, é claro. Quem não gostaria e amaria se o Brasil fosse mesmo Hexa nessa Copa? Afinal, buscamos esse título há 2 copas... Não vou acusar o Dunga, ele fez o que achou que era certo e nós somos egoístas em pensar que ele fez errado em selecionar quem não era seleto. Até nós, meros mortais, optamos por fazer coisas, escolher pessoas para descobrir seu potencial e é onde damos a cara à tapa. Melhor arriscar do que dormir com vontade. Os leigos e ignorantes de plantão que pensem melhor antes de julgar. Valeu, Dunga!! Tu fez porque acreditou! Antes de te julgarem, que tivessem a consciência de olhar a sujeirinha grudada no fundo do umbiguinho....
Recado dado!
Realidade, meu bem!!
Poucos se habilitam a vestí-la no dia-a-dia e saborear às vezes, o gosto amargo da verdade.
Olhando-se por outro ângulo.....
Ainda somos brasileiros, não desistimos nunca, mesmo sendo Hipócritas!!!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Apelo
Salva
meu
coração!!!!
Junta
os pedacinhos
que
ainda
restam
Espalhados
pelo
chão
Oh, vida tirana!
Porque não me trouxeste maior sorte?
Porque sinto uma dor tão profunda como um corte?
Porque querer amar alguém até a morte?
Porque eu sempre fui independente,
E agora sou uma mulher sem norte?
Ah, coração bandido!
Me desafia e me ganha,
Fico estirada, sem forças!
Ajunta eu!!! Ajunta!!!!????
Me pega no colo!??
Ou me joga na parede....
.. me joga no teu abraço...
......me nina, cafuné....
... me beija como se nunca tivesse beijado...
... me tenha como se nunca tivesse antes...
...me cheira o cangote...
... só encosta o teu braço no meu,
sente minha pele,
nossa energia,
nossa alta voltagem..
Ups! Deu curto circuito!
Choque.
Corre pra banheira!!
Pega fogo!!
Ups! Ferveu!!
Água gelada!!
O-ow!!!
Pensou que congelaria?
Derretemos o gelo....
Utopia.
Deixa só eu te ver de longe...
De longe que seja.
Salva o meu dia,
Não mais minha vida.
Minha vida foi salva por um dia...
E já não posso me queixar do estilhaço,
Da faca (de dois gumes)
Das duas vidas em uma.
(Fernanda Oliveira - 11/06/2010)
Putz!! Veio a calhar? Amanhã é dia dos namorados. Coincidência.
meu
coração!!!!
Junta
os pedacinhos
que
ainda
restam
Espalhados
pelo
chão
Oh, vida tirana!
Porque não me trouxeste maior sorte?
Porque sinto uma dor tão profunda como um corte?
Porque querer amar alguém até a morte?
Porque eu sempre fui independente,
E agora sou uma mulher sem norte?
Ah, coração bandido!
Me desafia e me ganha,
Fico estirada, sem forças!
Ajunta eu!!! Ajunta!!!!????
Me pega no colo!??
Ou me joga na parede....
.. me joga no teu abraço...
......me nina, cafuné....
... me beija como se nunca tivesse beijado...
... me tenha como se nunca tivesse antes...
...me cheira o cangote...
... só encosta o teu braço no meu,
sente minha pele,
nossa energia,
nossa alta voltagem..
Ups! Deu curto circuito!
Choque.
Corre pra banheira!!
Pega fogo!!
Ups! Ferveu!!
Água gelada!!
O-ow!!!
Pensou que congelaria?
Derretemos o gelo....
Utopia.
Deixa só eu te ver de longe...
De longe que seja.
Salva o meu dia,
Não mais minha vida.
Minha vida foi salva por um dia...
E já não posso me queixar do estilhaço,
Da faca (de dois gumes)
Das duas vidas em uma.
(Fernanda Oliveira - 11/06/2010)
Putz!! Veio a calhar? Amanhã é dia dos namorados. Coincidência.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Eu também escrevi lá!!
domingo, 28 de março de 2010
Quem sabe um novo talento na música?
Este rapaz tem futuro!! Aqui faço minha parte.
Flávio Oliveira, sucesso!!
Ps.: Fernanda Oliveira
Flávio Oliveira cantando Além do meu jardim - Rosa de Saron
Flávio Oliveira, sucesso!!
Ps.: Fernanda Oliveira
Flávio Oliveira cantando Além do meu jardim - Rosa de Saron
quarta-feira, 24 de março de 2010
Acervo Digital Revista Veja
Genteeeeeeeeee!
Descobri uma coisa MA-RA-VI-LHO-SA!!
A revista Veja, da editora Abril lançou o acervo digital, TUDO DE BOM!!!
Acesse o link e confira.
Desde as 1ªs edições!!
http://www.veja.com/acervodigital/
Descobri uma coisa MA-RA-VI-LHO-SA!!
A revista Veja, da editora Abril lançou o acervo digital, TUDO DE BOM!!!
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Desde as 1ªs edições!!
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